Macedense ainda sem vitórias na Fase de Manutenção

Macedense ainda sem vitórias na Fase de Manutenção

No sábado, o Macedense disputou o segundo dos quatro jogos em casa, de onde não conseguiu sair vitorioso, perdendo por 5-6 frente à equipa de Gualtar.

Uma primeira parte favorável para a equipa de Macedo, que levou o jogo para intervalo com a vantagem de 5-1 frente ao adversário.

No segundo tempo, o jogo virou a favor do Gualtar, que conseguiu acertar 5 vezes na baliza, garantindo a vitória.

Algumas oportunidades não concretizadas e a pressão colocada pela equipa adversária levaram à derrota do macedense, considera o treinador António Aires.

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“Aquilo que tentamos superar ao longo da época, ou seja, falta de traquejo a este nível competitivo, nestes jogos onde os pontos pressionam pois são necessários para nos manter na II Divisão, a equipa torna-se intranquila, mesmo com jogadores experientes, e falhamos naqueles momentos em que não podíamos falhar. O Gualtar acreditou sempre, nos começamos a acusar a pressão de um golo atrás de outro, e foi este o desfecho.

Houve também alguma felicidade, mas isso procura-se, o Gualtar procurou e nós não conseguimos matar o jogo.”

Um jogo que na segunda parte virou o resultado a favor da equipa minhota, fruto de uma mudança de atitude face ao adversário, confessa José Vasconcelos, treinador do Gualtar.

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“O golo na primeira parte deu-nos um alento grande e eu senti, no intervalo que, apesar da vantagem, a equipa do Macedense não tinha o jogo controlado, talvez pela necessidade de vencer. Eu alertei os meus jogadores para isso, tivemos uma mudança de atitude radical e acabamos por ser premiados. Acho que foi uma vitória justa pela segunda parte que fizemos e já era injusto estarmos a perder com uma diferença tão grande na primeira. Na segunda acho que fomos superiores em todos os aspetos. Estamos com uma equipa bastante castigada, alguns jogadores lesionados a darem um sacrifício enorme, e é com esta solidariedade que nos queremos manter na segunda divisão.”

Uma vitória que era necessária para facilitar a permanência da equipa macedense na II Divisão de Futsal, mas ainda há esperança, afirma o técnico do GDM.

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“Vai ser muito difícil, este jogo era crucial para as nossas contas. São 12 pontos que estão em disputa, era preciso fazer quase o pleno no sentido de chegarmos a esse objetivo da manutenção. Vai ser extremamente difícil.

Mas nada está perdido e temos de ter em conta que a instituição GDM merece o nosso respeito, vamos envergar esta camisola com brio e a dignidade que a instituição merece, independentemente do desfecho que possa ter.

Perder nunca é agradável. Não vai ser fácil levantar o ânimo e o espírito mas vamos continuar e esperamos que, independentemente de tudo, eles acreditem e não se esqueçam que têm uma camisola vestida e o símbolo de um clube que merece todo o nosso respeito.”

Faltam ainda quatro jogos para garantir a permanência na II Divisão de Futsal, dois deles a acontecer em casa.

Para a semana, o Desportivo Macedense encontra-se com o Casa do Benfica Vila Pouca de Aguiar, atualmente o último classificado da tabela.

Escrito por ONDA LIVRE

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