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A depressão Martinho está a causar alguns danos significativos no país, no entanto, em Macedo de Cavaleiros, não se fizeram sentir grandes ocorrências, apesar do vento forte desta madrugada e também da falha de energia.
Em Macedo de Cavaleiros foram registadas algumas ocorrências, mas não significativas com registo de queda de algumas árvores, telhas de casas levantadas, sem registo de vítimas e apenas com danos materiais a registar, tal como confirmou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros, Joca Venceslau, que adiantou que desde as cinco da madrugada que os Bombeiros Voluntários não têm mãos a medir, para acudir a pequenas ocorrências:
“Os Bombeiros de Macedo tiveram algumas ocorrências, desde as cinco da manhã até agora, por causa do vento forte que se fez sentir. A de maior dimensão, foi a queda de uma árvore de grande porte, em Sobreda, que obstruiu a via”.
E ainda acrescentou:
“Foram várias ocorrências, com queda de árvores, estruturas de telhados, contentores de lixo que foram para a vida pública. Houve alguma atividade fora do normal”.
Também em Sobreda, aldeia anexa de Morais, do concelho de Macedo de Cavaleiros, umas telhas de uma casa foram levantadas.
Também houve falha de energia no concelho, durante a madrugada.
Em Mirandela, os Bombeiros registam seis ocorrências, com danos em estruturas residenciais e quedas de árvores sendo as principais causas. Estiveram 22 operacionais, apoiados por seis veículos.
Em Vila Real os efeitos da tempestade também se fazem sentir.
Nas últimas horas, a Proteção Civil tem sido chamada a várias ocorrências, sobretudo quedas de árvores. Segundo o Comando Sub-Regional do Douro da Proteção Civil até ao momento não há registo de vítimas nem de danos avultados com as quedas de árvores e de algumas estruturas.
A circulação de comboios foi retomada na linha do Douro, depois de ter estado suspensa, durante as primeiras horas desta manhã, devido à queda de uma árvore na via, entre a Régua e o Marco de Canaveses.
Na região transmontana e duriense há registo de dezenas de árvores caídas, algumas interromperam a circulação em estradas, mas os municípios já têm equipas a resolver as situações.
O vento forte da madrugada de hoje também arrancou a cobertura da nave das piscinas municipais de Figueira de Castelo Rodrigo, que ficam encerradas por tempo indeterminado.
O panorama a nível nacional é diferente.
Entre as 0h00 e as 7h00 desta quinta-feira foram contabilizadas “4.214 ocorrências, das quais 2.314 quedas de árvores, 1.169 quedas de estruturas, 643 limpezas de via, 45 movimentos massa e 38 inundações”, conta José Miranda, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
As regiões mais afetadas foram a Sub-Região da Grande Lisboa, com 1.452 ocorrências, a Península de Setúbal, com 456, e a Sub-Região do Oeste com 329. Foram mobilizados 14.560 operacionais, com o apoio de 4.901 meios terrestres.
INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Rádio ONDA LIVRE, Universidade FM e Rádio Ansiães)
Queda de um Telhado em Chaves – Fotos A Voz de Trás-os-Montes




Em Alijó, a Estrada Municipal que liga Amieiro ao Franzilhal está cortada para remoção de uma árvore de grande porte que caiu na via. – Fotos: Município de Alijó


Aeronaves estacionadas no aeroporto de Cascais em Tires – Fotos: Meteo Trás-os-Montes #Martinho #FMA


Estragos em Carviçais – Torre de Moncorvo Fotos: Fórum Carviçais





Registos em Mirandela – Fotos: Bombeiros Voluntários de Mirandela











