S.T.O.P. vai respeitar serviços mínimos mas não vai parar a greve

O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (S.T.O.P.) vai respeitar os serviços mínimos decretados pelo Governo, que entram hoje em vigor.

No entanto, o coordenador do S.T.O.P., André Pestana, garante que não vai parar a greve em curso pela luta de melhores condições de trabalho na escola pública:

“Apesar de considerarmos ilegais estes serviços mínimos, que foram decididos por um Colégio Arbitral e não por um Tribunal Arbitral, o S.T.O.P. não vai apelar a desrespeitar. Mas garantimos que esta luta vai continuar como os mais de 100 mil manifestantes disseram, na grande marcha em Lisboa, gritando, por múltiplas vezes, “não paramos'”.

O líder sindical deixou a garantia de que, no que depender do S.T.O.P., a greve dos profissionais de educação vai continuar, em moldes que vão ser definidos em reuniões com as comissões de greve e sempre tudo dentro da legalidade.

A partir de hoje os professores e o pessoal não docente, que estão em greve desde dezembro, por tempo indeterminado, convocada pelo S.T.O.P., vão ter de assegurar serviços mínimos nas escolas, após decisão tomada na sexta-feira pelo Colégio Arbitral.

 INFORMAÇÃO CIR (Rádio Ansiães)