Nenhum trabalhador estrangeiro da apanha da castanha tinha “Certificado de Registo”

A utilização de mão-de-obra estrangeira na apanha da castanha, na zona de Bragança, registou uma melhoria da relação laboral com as entidades empregadoras.
A conclusão é do SEF, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, e resulta de uma fiscalização conjunta com a Autoridade para as Condições do Trabalho realizada em oito explorações agrícolas na zona de Bragança e Vinhais, os concelhos maiores produtores de castanha no país.
A fiscalização foi realizada em plena campanha e resultou na identificação de 123 trabalhadores, dos quais 59 eram estrangeiros.
Segundo o SEF, a maioria dos cidadãos estrangeiros foram identificados nos soutos a apanhar castanha, tendo sido alguns deles identificados ainda no local onde habitualmente se reúnem e aguardam a chegada dos seus patrões para os levar aos locais de trabalho.
Nenhum deles era detentor de “Certificado de Registo”, documento que formaliza a sua permanência regular no país, pelo que, tal como as demais operações deste cariz, o SEF sensibilizou tanto o cidadão estrangeiro como a entidade patronal para o dever de o fazer.

Informação CIR (Rádio Ansiães)