O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro perdeu a única médica que fazia cirurgia vascular, obrigando ao encerramento desta unidade. Uma situação denunciada pela autarquia de Vila Real que deliberou, na última reunião do executivo promover uma serie de medidas em defesa do centro hospitalar, que tem vindo a perder médicos e competências ao longo dos anos… Rui Santos, presidente da câmara de Vila Real começa por dizer que não entendo como o ministério da saúde aceitou a transferência da médica de cirurgia vascular de Vila Real para Guimarães. “O Centro Hospitalar deixa a partir de agora de poder prestar serviço na cirurgia vascular”, garante Rui Santos, o edil vila-realense, e ficam assim, numa decisão que ter sido já comunicada à Administração Regional de Saúde. Ficam assim “325 cirurgias em espera e 829 consultas” na mesma situação.
Não são só estas as preocupações do autarca em relação ao centro hospitalar, até porque as medidas tomadas para aliciar os médicos a virem para os hospitais de periferia, não resultaram. O autarca lembra ainda que o centro oncológico também não tem tido investimento suficiente para assegurar o serviço. Rui Santos diz que está na altura de dar um “murro na mesa” e fazer valer os direitos dos transmontanos a cuidados de saúde de qualidade
Com a aprovação dos vereadores do PS e abstenção dos vereadores do PSD, o executivo aprovou uma série de medidas em defesa do centro hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em que se destacam a realização de uma campanha de alerta à população de Vila Real para a realidade do centro hospitalar e a promoção de uma vigília pública com a população e profissionais do Centro Hospitalar.
Informação CIR (Rádio UFM)

