O Governo está a reavaliar o contrato com intenção que regresse à responsabilidade da Infraestruturas de Portugal. Esta é uma situação que está a preocupar os autarcas da CIM Terras de Trás os Montes, como denuncia o presidente, Artur Nunes.
“Nesta revisão das parcerias público-privadas, a intenção da desistência do IC5 sair da concessão da ASCENDI e passar para as Infraestruturas de Portugal é uma preocupação porque vai criar problemas a vários níveis. Tem a ver com a própria segurança do IC5, com a manutenção do sistema e a perda de postos de trabalho.”
A segurança, a vigilância e manutenção, o encerramento dos centros de assistência e a perda dos postos de trabalho são as principais preocupações dos autarcas da Comunidade.
“Nós temos más experiências ao nível das Infraestruturas de Portugal. Sobre o investimento e a manutenção, perdendo esta concessão por parte das ASCENDI, a nossa preocupação é o que vai acontecer à manutenção, à segurança e às populações que utilizam frequentemente o IC5.”
A CIM-TTM vai pedir uma reunião urgente ao ministro das Infraestruturas para obter esclarecimentos neste sentido.
Recorde-se que o IC5 liga o Alto do Pópulo, no distrito de Vila Real a Miranda do Douro, distrito de Bragança. Uma infraestrutura não terminada. A subconcessão do Douro Interior foi adjudicada à ASCENDI a 24 de Novembro de 2008. Com uma extensão de 242 km.
INFORMAÇÃO CIR (Rádio Brigantia)

