A partir da próxima semana, deixa de ser obrigatório o uso de máscara na via pública, salvo em situações de ajuntamentos.
Quase um ano depois de a lei ter entrado em vigor, a 27 de outubro de 2020, o diploma, que vigora até domingo, não vai ser renovado pelo parlamento.
Mas como é que a medida é vista pela população?
Em Macedo de Cavaleiros, saímos à rua para saber.
“Cá para mim acho que não é boa ideia, pois da maneira que a situação ainda está, a máscara deveria continuar, pelo menos no inverno que é perigoso.
Só vou deixar a máscara quando o vírus deixam de andar por aí.”
“Na minha opinião essa liberdade é boa mas ao mesmo tempo tem de haver responsabilidade por parte das pessoas para não criar aglomerados de gente e o vírus ficar controlado, se não vamos ter de utilizar sempre as máscaras.
Já vimos que a vacina não vai imunizar as pessoas mas temos de ter cuidado pois vamos entrar no inverno, com a presença da gripe, e todo o cuidado é pouco.”
“Eu acho mal e durante pelo menos mais um ano ainda vou trazer a máscara.
A situação não está boa, dizem que está mas não está.
E o cair das máscaras ainda vai trazer muito covid.”
“Já tomamos a vacina e acho que este libertar das máscaras na rua é razoável.
Em certos sítios acho bem que continue, mas ao ar livre não me parece que crie mais infeções.”
“Eu acho bem. Esta liberdade já fazia falta a toda a gente, pelo menos respiramos melhor.
Na rua vou andar sem máscara, onde não houver aglomerados de gente.
E toda a gente se deveria vacinar.”
Ainda assim, as máscaras continuam obrigatórias em espaços interiores, e exteriores, no caso de haver ajuntamentos.
Escrito por ONDA LIVRE

