CA Macedo inicia o ano a vencer. Derrotou o FC Vinhais por 4-1

CA Macedo inicia o ano a vencer. Derrotou o FC Vinhais por 4-1

O CA Macedo conseguiu vencer o primeiro jogo da segunda volta do Campeonato Distrital da Divisão de Honra Pavimir. Conseguiu o triunfo por 4-1 frente ao FC Vinhais em casa este sábado.

Os dois golos da primeira parte foram do CA Macedo, com os tentos de Pedro Mata (37’) e de Corunha (45’).

Na segunda parte, Corunha reforçou a vantagem (58’) e depois Tozinho (84’). O golo dos vinhaenses surgiu aos oitenta minutos através de Fernando.

O técnico do CA Macedo, José Carlos Afonso, confessa que a vitória inicia bem o ano e está confiante no plantel para o resto do campeonato:

“As vitórias são sempre boas e é sempre bom começar o ano a vencer.

Mas mais que isso queremos fazer pontos e pensar já no próximo jogo.
Uma das coisas positivas de muitas que nós temos é um grupo fantástico, que trabalha muito e bem e temos ganho jogos, fundamentalmente por ser um grupo excelente.
Estamos a fazer ainda o nosso caminho e poderemos render mais se o campo ajudar.”

As más condições do relvado, que se agravaram com a chuva que caiu durante o jogo, deixaram revoltado o visitante.

O diretor desportivo do FC Vinhais, Hugo Barreira, defende que o encontro deveria ter sido adiado:

“Não foi fácil nem para o FC Vinhais nem para o CA Macedo.

Há 15 dias tivemos de alterar um jogo para Bragança porque o campo estava impraticável e agora realizou-se este.
Obviamente que isto não beneficia em nada a associação ou a prática desportiva. São jovens que trabalham diariamente para a prática desportiva que é o futebol temos de proteger isso.
O FC Vinhais sai daqui revoltado, não pelo resultado, pois talvez num campo em condições normais poderia ser ou não o mesmo.
A partir dos primeiros 10 minutos de jogo eu disse ao árbitro que isto estava impraticável e ele nunca se chegou ao pé de mim. Ao intervalo queria parar o jogo mas é claro que já não fazia sentido, porque para além de já estarmos a perder 2-0, íamos ter de fazer outra viagem aqui e ninguém nos pagava para isso.
No estado em que estava o campo, se alguém tivesse tido o azar de se magoar a sério, o seguro da associação não protegia o jogador, o que é grave.”

Apesar de concordar que as condições não são as melhores, José Carlos Afonso considera que também serve de aprendizagem:

“A nossa realidade infelizmente é essa, e mesmo poupando o relvado ele fica nestas condições.

Acho que há três equipas, duas fazem parte integrante dessa condição e é igual para as duas.
É difícil, não se vê futebol bonito, mas às vezes o campo está bom e o futebol também não é bonito.
Isto serve de aprendizagem para que equipas como a nossa, que até joga bem, tenha de jogar menos bem porque jogar mal nestes campos é o melhor.
Foi isso que falámos ao intervalo e a segunda parte já foi um pouco assim. Na primeira ainda quisemos jogar o que normalmente jogamos mas não dava, tivemos de nos adaptar ao terreno e o futebol é um pouco isto, termos de nos moldar ao campo.”

Os próximos dois jogos do CA Macedo também serão em casa, visto as três primeiras da primeira volta terem acontecido fora, devido aos trabalhos que estavam a ser executados no campo.

No dia 15 de janeiro disputam o jogo relativo à jornada 2 com o Forte Carrazedense.

Escrito por ONDA LIVRE

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