Centro Cultural de Macedo é agora membro da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea

Trata-se de uma plataforma de dinamização que pretende valorizar e ampliar o acesso e divulgação da arte contemporânea produzida em Portugal, assim como promover o trabalho em rede e a descentralização, criando interações entre os espaços e os agentes que mobilizam esta forma de arte.

A primeira fase de adesão a este projeto da Direção-Geral das Artes (DGArtes) decorreu entre setembro e novembro do ano passado.

O presidente do município de Macedo de Cavaleiros, Benjamim Rodrigues, refere que a integração nesta rede só foi possível graças à aposta em arte contemporânea que tem vindo a ser feita ao longo dos anos:

“Significa que somos reconhecidos como um município de cultura, particularmente em arte contemporânea, da qual temos um acervo riquíssimo. 

Partilhamos o nosso espólio, em termos expositivos, com outros municípios, tanto é que agora decorre uma exposição com várias obras do nosso espólio no Centro Cultural de Alfândega da Fé.

Claro que isso significa que investimos nessa área, já há muitos anos, os que me antecederam também o fizeram, o que permitiu que reuníssemos uma série de obras que nos dão credibilidade, particularmente na arte contemporânea.

É também uma questão de prestígio.”

Outra das vantagens é a atribuição de apoios financeiros por parte da rede:

“Vai permitir algum investimento extra para criar melhores condições, que é precisamente o que nos é facultado através da rede.

É um investimento adicional que vai permitir melhorar instalações.”

No entanto, pertencer à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea traz também algumas responsabilidades:

“Temos com isso também algumas obrigatoriedades, nomeadamente termos exposições regulares e permanentes com algumas das nossas obras.”

O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros foi um dos 66 equipamentos e espaços culturais que aderiram à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, situados em 36 concelhos do país.

Da região passam também a integrar a rede o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves.

Escrito por ONDA LIVRE