“Num contexto em que houve um decréscimo do número de candidatos e de número de colocados no país, em que a maioria das instituições do litoral aumentaram as vagas, sobretudo cursos de engenharia, naturalmente o número de candidatos disponíveis para as instituições do interior era menor. No nosso caso não houve essa redução, foi aproximadamente o mesmo número do ano passado e, obviamente, que é motivo de satisfação”.
Alguns cursos de engenharia não tiveram qualquer candidato, como já tem vindo acontecer noutros anos. Por outro lado, os cursos de saúde ficaram com as vagas preenchidas:
“Na área da saúde, os cursos de Enfermagem e Fisioterapia ficam sempre cheios na primeira fase, mas também outros cursos como Gestão, um curso que tem revelado uma grande procura, Arte e Design também encheu, Línguas Estrangeiras também encheu dois cursos nessa área, Marketing e Solicitadoria também.”
Para a segunda fase, o IPB pode ainda acolher mais 900 estudantes. No entanto, no total, Orlando Rodrigues disse ter havido uma redução do número de vagas, uma vez que as instalações já começam a ser pequenas:
“Atingimos a nossa capacidade máxima de admissão de alunos, as nossas instalações estão cheias, vamos procurar fazer algumas obras e alargarmos. Por outro lado, as regras de colocação e fixação das vagas a nível nacional também obrigaram a uma redução de vagas. Não foi muito significativa.”
Este ano, em todo o país entraram no ensino superior mais de 49 400 estudantes. São menos 0,7% de colocados do que no concurso de 2022. Mais de 19 mil estudantes entraram em politécnicos.
INFORMAÇÃO CIR (Rádio Brigantia)

