Em causa, ajustes diretos e atribuição de subsídios a coletividades do concelho.
A Procuradoria-Geral da República explicou que “o processo está em investigação, tem arguidos constituídos e está sujeito a segredo de justiça”.
Este processo envolve ainda o chefe da Divisão de Obras, o chefe de gabinete do atual presidente da Câmara e a presidente da Junta de Freguesia de Açoreira.
Nuno Gonçalves, disse à Lusa que “aguarda o desenrolar do processo”, enquanto o atual presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, José Meneses, confirmou que o chefe da Divisão de Obras e o seu chefe de gabinete “foram constituídos arguidos neste processo, há cerca de meio ano”.
A presidente da Junta de Freguesia de Açoreira não quis comentar o caso.
INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Rádio Ansiães)

