A Comissão Política Distrital de Bragança emitiu um comunicado em que manifesta total apoio ao Primeiro-Ministro, “no que consideram ser um feroz ataque à sua idoneidade para causar instabilidade política”.
No mesmo comunicado, é referido que “é tanto consensual como factual, que as políticas de Montenegro” têm sido “sinónimo de melhoria, valorizando-se carreiras e remunerações, os cidadãos ganharam melhores serviços públicos.”
Por isso, “assistimos a um feroz ataque à idoneidade do Primeiro-Ministro de Portugal”. À falta de razões para atacar políticas, ataca-se o político. Duas moções de censura num espaço de cerca de 15 dias apresentadas pela extrema-esquerda e extrema-direita”, que são sinais de uma gravíssima irresponsabilidade da oposição operante o contexto geopolítico global que vivemos”, acrescenta a comissão distrital de Bragança.
Segundo o mesmo comunicado, “quando um líder partidário ainda antes de ser candidato e muito antes de ser Primeiro-Ministro se desvincula de vínculos societários e profissionais que legitimamente, exercia antes de o ser e nenhum ato pratica depois de empossado na liderança do governo que possa colidir com aquelas anteriores atividades, não se consegue perceber o que de errado possa ter feito nem o que devesse fazer de diferente do feito. A política é um serviço e não uma profissão. É saudável para a democracia poder contar com políticos experientes, com passado e provas dadas nos setores público ou privado, mas também com futuro, sem dependeram da política”.
A Comissão Política Distrital de Bragança sempre separou a sua vida profissional da política e não pode ser censurado tão só porque teve vida profissional antes do desempenho político!
O comunicado é concluído dizendo que “assistimos a uma convergência política que une socialistas às extremas esquerda e direita, unicamente concentrados em criar instabilidade política”.
Todas as distritais do PSD e as comissões políticas regionais dos Açores e da Madeira unem-se a uma só voz, neste documento, dando conta que é necessário que o governo se foque nos reias problemas dos portugueses.
Escrito por Rádio ONDA LIVRE

