A Direção Regional de Bragança do PCP tomou posição sobre a nomeação dos cinco vice-presidentes das CCDR, considerando que esta decisão acentua a natureza centralista e governamental das comissões, não representando a região transmontana.
Fátima Bento, da Organização Regional de Bragança do PCP, defende que as CCDR funcionam como um braço do Governo, sem autonomia para a tomada de decisões:
O PCP considera ainda que este processo representa uma falsa democratização, uma vez que adia a regionalização e impõe políticas regionais com o acordo de vários partidos, como o PS, o PSD e o CDS:
A dirigente sublinha também a falta de representatividade regional, apontando as recentes nomeações para a CCDR-N como exemplo dessa realidade:
A Direção Regional de Bragança do PCP defende que apenas com a concretização do processo de regionalização, com órgãos eleitos diretamente, será possível garantir à região poder político e financeiro para inverter o desinvestimento e o despovoamento.

