Duas residências do IPB ficam por concluir mas novos critérios do PRR afastam perda de financiamento

A um mês do fim do prazo de execução das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), duas das quatro residências de estudantes do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) não vão ficar totalmente concluídas até 31 de agosto.

Ainda assim, o presidente da instituição acredita que o IPB não será penalizado.

Orlando Rodrigues atribui os atrasos às empresas responsáveis pelas empreitadas:

Entretanto, as regras de execução do PRR foram alteradas. Deixou de ser obrigatória a conclusão integral das obras até ao fim de agosto, passando a ser exigida uma taxa mínima de execução de 90%:

As quatro residências representam um investimento superior a 21 milhões de euros, dos quais cerca de 18,8 milhões são financiados pelo PRR.

O presidente do IPB garante que não antevê qualquer perda desse financiamento:

Duas residências estão prontas para entrar em funcionamento no próximo ano letivo. As restantes poderão abrir portas durante o primeiro semestre, sem atrasos considerados significativos pela instituição:

O reforço da oferta de alojamento estudantil do IPB resulta da construção de quatro novas residências, financiadas maioritariamente pelo Plano de Recuperação e Resiliência.

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