Macedo de Cavaleiros assinalou Dia Internacional do Idoso com atividades de envelhecimento ativo

Música, jogos tradicionais, histórias e convívio marcaram, no sábado, em Macedo de Cavaleiros, as comemorações do Dia Internacional do Idoso.

A iniciativa, promovida pelo Município, reuniu, no Parque Municipal de Exposições, seniores de várias freguesias, instituições, centros de dia e lares do concelho, numa tarde dedicada ao envelhecimento ativo e à partilha de memórias.

Do programa fizeram parte vários jogos tradicionais, alguns deles presentes na infância de muitos dos participantes.

A vereadora da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Cristina Pires, destaca a importância de proporcionar momentos de interação e convívio entre a população sénior:

“Queremos os nossos seniores aqui connosco para jogarem, para promoverem a interação entre eles, a partilha, o conhecimento. É um dia diferente que temos para os nossos seniores.”

Sob o lema “Viver Sem Idade”, a iniciativa procurou também recuperar memórias e tradições através dos jogos tradicionais, adaptados à população sénior.

A tarde contou ainda com a presença de elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito do programa “Idoso em Segurança”, e terminou com uma atuação da Universidade Sénior de Macedo de Cavaleiros.

Cristina Pires deixa o apelo aos seniores do concelho para que participem neste tipo de iniciativas e não deixem que a idade seja um obstáculo ao convívio e à realização de atividades:

“Quando houver este tipo de atividades, que adiram, que saiam de casa, que venham divertir-se, que partilhem conhecimento, e que o envelhecimento ativo é muito importante.”

A Universidade Sénior teve também um papel de destaque no encerramento da iniciativa, com os alunos a subirem ao palco para interpretar o hino da instituição.

Para quem frequenta a Universidade Sénior, a participação representa mais do que uma forma de ocupar o tempo, contribuindo também para combater o isolamento e promover novas aprendizagens:

“Mudou muita coisa, eu se não fosse para a Universidade Sénior ficava sempre em casa e sentia-me sozinha. Tive muitos amigos e aprendi a cantar, aprendi a fazer expressão plástica, a fazer montes de coisas.”

A iniciativa terminou com música e convívio, reforçando a importância da participação social, da partilha e do envelhecimento ativo.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *