Greve provoca constrangimentos no transporte escolar em Macedo de Cavaleiros

A greve dos trabalhadores não docentes, convocada pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE), não levou ao encerramento de escolas no concelho de Macedo de Cavaleiros, mas provocou constrangimentos no transporte escolar e no funcionamento de uma portaria, esta segunda-feira.

Segundo o diretor do Agrupamento de Escolas de Macedo de Cavaleiros, Rogério Rodrigues, alguns alunos ficaram sem transporte devido à adesão à greve de assistentes operacionais responsáveis pela vigilância nos autocarros:

“Não encerrou nenhuma escola. Única e simplesmente houve alunos que não foram transportados porque as assistentes operacionais que faziam a vigilância dos autocarros fizeram greve.

Outro dos constrangimentos registados foi o encerramento, em determinados períodos, da portaria do polo 2. Os alunos do 1.º e 2.º ciclos tiveram de utilizar a portaria do polo 3, devido à ausência do funcionário responsável.”

No concelho de Macedo de Cavaleiros, quatro trabalhadores aderiram à greve.

O protesto reivindica aumentos salariais, valorização profissional e a criação de um enquadramento profissional para estes trabalhadores que, segundo o sindicato, continua por concretizar.

Em declarações à RTP Notícias, o dirigente do SINAPE, Francisco Pinto, afirmou que a adesão à greve superou as expectativas, apontando para uma participação de 80% durante o turno da manhã. O responsável referiu ainda que várias escolas do país encerraram devido à paralisação.

A greve abrange trabalhadores não docentes, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos especializados e técnicos superiores.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *