Simulacro testou socorro em caso de rotura durante descarga de um camião cisterna de gás natural em Macedo de Cavaleiros

O alerta foi dado logo pela manhã e para o terreno foram acionados todos os meios.

Em causa esteve uma rotura durante a descarga de um camião cisterna de gás natural, como refere o Comandante dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros, João Venceslau:

“Neste cenário simulou-se aquilo que é normal, pelo menos com uma periodicidade de duas a três vezes por semana, a trasfega de uma cisterna para os depósitos de gás.

Ocorreu uma rotura e, a partir daí, há uma probabilidade de ocorrer um incêndio. Tentámos que não ocorresse, pondo em prática a forma de resolver a situação rapidamente, com eficácia e eficiência e, ao mesmo tempo, vendo onde é que estamos menos bem, onde temos de evoluir e de que forma.

Isto serve para que, se um dia acontecer, tenhamos uma maior probabilidade de êxito.”

Este exercício faz parte do processo de renovação do protocolo de emergência.

Para Joaquim Sabino, assessor da empresa que abastece o gás a Macedo de Cavaleiros, este simulacro decorreu conforme o planeado:

“A legislação assim o obriga porque isto é uma unidade qualificada como Seveso, que se enquadra nessa categoria e é obrigatório fazer este tipo de simulacros de dois em dois anos.

Para além de ser obrigatório é também importante porque permite que os bombeiros, a Proteção Civil e a GNR possam vir ao local conhecer e perceber os meios que foram empregue e a atuação dos bombeiros em coordenação com os nossos técnicos da unidade.

O que verificámos no terreno foi que, de facto, se cumpriram todos os requisitos, o protocolo e correu dentro do esperado.”

João Rocha, da Proteção Civil Municipal de Macedo de Cavaleiros, reforça a importância destes simulacros:

“São fundamentais, essenciais e obrigatórios para este tipo de empresas e atividade porque permitem a todos os intervenientes, forças de segurança, bombeiros, proteção civil e outras entidades, conhecerem os locais, as áreas de intervenção e os locais onde existem estas unidades. É uma mais-valia.”

No terreno estiveram 15 operacionais, apoiados por quatro veículos do corpo de bombeiros macedense, a GNR de Macedo, a Proteção Civil Municipal e vários responsáveis da empresa Sonorgás.

Escrito por ONDA LIVRE

 

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