O presidente da Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros, aproveitou a recente visita do Primeiro-Ministro ao edifício para pedir especial atenção às necessidades do mesmo.
Luís Rodrigues candidatou-se às ajudas do Estado para alargar o espaço, que fica sobrelotado na época da apanha da azeitona. O presidente explica que já investiu, do seu próprio bolso, no início destas obras, mas espera ver a sua candidatura aprovada naquilo que diz ser “uma necessidade urgente”:
“Mostrei ao Primeiro Ministro e ao Ministro da Agricultura algumas das coisas que já estão englobadas nesse projeto. Assim que submetamos o projeto podemos começar a comprar e a faturar, sem compromisso se é ou não aprovado.
É um risco nosso mas eu também lhes fiz ver e tentei mostrar que estes projetos devem ser aprovados porque são uma necessidade porque caso contrário, daqui a um ou dois anos, não vamos conseguir dar resposta. Isso é um fator porque devido à vareja mecânica, aquilo que um agricultor fazia em três ou quatro dias, faz em duas ou três horas. Só num dia recebemos na cooperativa 345 toneladas de azeitona, o que era impensável há vinte anos atrás. A nossa ideia é passar para as 400 por dia.”
Sobre a passagem dos membros do Estado pela cooperativa, Luís Rodrigues refere que toda a logística foi pensada ao pormenor:
“É sempre uma honra recebermos uma entidade com a importância do Primeiro Ministro, do Ministro da Agricultura e a Diretora Regional.
Preparamos tudo para que eles pudessem ver o nosso trabalho, pois é diferente ver um lagar a funcionar do que ver um parado.
Acho que eles gostaram.
Temos também uma parceria com o IPB e fizemos uma pequena prova de azeite para lhes mostrar como se fazem essas provas, compreendendo a diferença entre bons azeites e azeites menos bons.”
O presidente da Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros confessou ainda o orgulho sentido pela escolha da “sua casa” para a visita do Primeiro-Ministro.
Escrito por ONDA LIVRE

