O Município de Vila Real continua a fazer os estudos necessários para a realização das obras de reparação da pista do aeródromo, a fim de ser criado o caderno de encargos para o Tribunal de contas avaliar e validar. Um processo demorado, que até resolver o problema pode ascender a seis meses, o que faz com que o autarca de Vila Real, Rui Santos, lamente o que diz ser “o calvário da burocracia” no nosso país.
“Temos a perspectiva de que logo que este processo esteja tratado, possamos lançar um concurso público para resolver este problema que nos surgiu de forma absolutamente inesperada. Aconteceu, e vamos ter que resolver, mais uma vez cumprindo o calvário da burocracia deste país.
Infelizmente temos de fazer todo o processo, o que nunca estará resolvido em menos de seis meses, e isto se correr bem. “
Rui Santos anunciou ainda que está em conversações com o ministério da administração interna para o reforço de helicópteros no aeródromo de Vila Real.
“Estamos a estudar com o MAI o reposicionamento de aeronaves sem asa fixa, isto é, helicópteros, em Vila Real, para não diminuirmos a nossa capacidade de ação.
Se o distrito de Bragança recebeu agora, em Mirandela, duas aeronaves de asa fixa, é legítimo que Vila Real seja reforçado com helicópteros para minimizar aqui alguma descompensação que possa surgir.
Neste momento temos um helicóptero mas temos a expectativa de que possam ser deslocados para aqui mais .”
Rui Santos anunciou ainda que vai ser novamente aberto concurso público para as obras da sala de acolhimento no aeródromo e do centro de proteção civil. O concurso ficou “deserto” e depois da reformulação do projeto será lançado novo concurso brevemente.
O autarca Vila-realense considera que o bom funcionamento do aeródromo é uma prioridade e tem estado em contato permanente com o Ministério das Infraestruturas no sentido de que o processo burocrático seja acelerado e que o mais depressa possível os aviões possam regressar à pista.
INFORMAÇÃO CIR (Universidade FM)
