O clube de Xadrez do Grupo Desportivo Macedense reuniu-se, este fim de semana, para um torneio híbrido com praticantes da modalidade de vários pontos do país.
Embora já tenham recomeçado os torneios presenciais, este método traz algumas vantagens, como explica Ricardo Batista, presidente desta secção do clube:
“É uma experiência que estamos a fazer com jogadores de vários sítios do país, desde Viana do Castelo até ao Algarve. Estamos a fazer um torneio onde cerca de sete clubes se juntaram, cada um na sua cidade. É um sistema que a Federação Internacional de Xadrez implementou devido à pandemia. As pessoas estão a jogar presencialmente, num sítio vigiado por um árbitro em videoconferência, mas o jogo acontece online. O híbrido tem muito potencial porque podemos, por exemplo, jogar com uma equipa do Peru a partir de Macedo de Cavaleiros.”
Há cerca de um ano que o clube de Xadrez tem estado mais parado a nível de competição.
Ainda assim, o interesse na modalidade tem aumentado, sublinha Ricardo Batista:
“Há muito interesse no xadrez. Sem dúvida que a pandemia nos ‘cortou as pernas’ em vários sentidos. O que fizemos foi adaptar-nos. As aulas em vez de físicas passaram para online. De setembro a dezembro ainda fizemos alguns jogos presenciais, todos os sábados de manhã, mas depois fizemos um interregno e esta é a primeira vez que nos reunimos. A maior parte dos filiados do GDM, até este ano, eram maioritariamente crianças pequenas, o que se nota o aumento de interesse pelas várias faixas etárias.”
O torneio aconteceu na junta de freguesia de Macedo de Cavaleiros.
De ressalvar que, atualmente, o GDM Xadrez tem cerca de dez jogadores filiados.
Escrito por ONDA LIVRE




