Juízes da Relação de Guimarães mantêm a pena suspensa de cinco anos do tribunal de Bragança no caso de alheiras com botulismo

O Tribunal da Relação de Guimarães manteve a condenação, que tinha sido aplicada no ano de 2023, pela comarca de Bragança, a cinco anos de prisão, com suspensão de pena, do chef Luís Portugal por quatro crimes, avança a edição de hoje do Jornal de Notícias.

A empresa foi condenada ao pagamento de 60 mil euros de multa, que foi substituída por uma caução de boa conduta, se não forem cometidos mais crimes no prazo de cinco anos, mas que foi reduzia a dois.

Recorde-se que no ano de 2015, diversos clientes apresentaram a doença de botulismo depois de comerem alheiras compradas à empresa “Verdade Transmontana”.

Estes produtos foram vendidos numa feira agrícola em Penafiel e também no restaurante, em Bragança.

No ano de 2023, o chef tinha sido condenado em primeira instância, tendo sido, solicitada a reavaliação do processo pela Relação. O chef voltou a ser condenado pelos mesmos motivos, e agora relação mantém a mesma sentença.

Também como sentença, também terão de ser pagas indemnizações duas de 7500 euros e outra de 8 mil euros a três vítimas, com a justificação “de prevenção geral, e pelo sentimento de insegurança que estes crimes causam na população”.

Escrito por Rádio ONDA LIVRE