Para a greve de amanhã, dos trabalhadores da saúde, que está a ser convocada a nível nacional, João Rodrigues, o coordenador sindical dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do distrito de Bragança, espera que a adesão seja, pelo menos, superior à das anteriores.
“No distrito, diz-nos o historial, a adesão, a qualquer greve nacional, é sempre mais fraca do que no resto do país. Claro que também por haver menos pessoas.
No setor da saúde, há alguns. Estamos na expectativa, e esperemos que tenhamos uma boa adesão.”
Porque os motivos desta greve – a reposição das 35 horas semanais para todos, o ajuste no pagamento das horas extra e a contratação de mais efectivo – chegam a todos os profissionais de saúde, diz João Rodrigues.
“A muita gente do setor da saúde “tocam-nos” individualmente estas questões.
Se formos aos locais de trabalho, e olharmos com atenção, vamos ver pessoas descontentes e com muito trabalho.”
Dia 29 a greve convocada é dos enfermeiros, mas, com o apoio manifestado por mais sindicatos, nomeadamente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Público e da própria UGT (União Geral dos Trabalhadores), a esta paralisação, a greve pode prolongar-se para todos os funcionários da saúde pelos dois dias.
Escrito por ONDA LIVRE


