Hoje, dia de greve nacional dos trabalhadores da saúde.
No Hospital de Chaves, a adesão está entre os 90 a 100%. No Hospital de Bragança anda na casa dos 70%. Em Macedo de Cavaleiros, baixa adesão a esta paralisação.
Dados avançados há minutos por Orlando Gonçalves, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte.
“No Hospital de Bragança, os blocos operatórios estão encerrados, estando apenas a funcionar a urgência, em serviços mínimos, com uma adesão à greve razoável, na casa dos 70%.
No Hospital de Chaves, adesão total, com os blocos operatórios encerrados, só a funcionar os serviços mínimos, a Consulta Externa está 100% encerrada, e as enfermarias estão em serviços mínimos. Uma adesão entre os 90 a 100%.
Em Macedo de Cavaleiros, a adesão é pontual. Não se fizeram sentir grandes efeitos da greve.”
As reivindicações desta greve são a redução do horário de todos os funcionários para as 35 horas semanais, o ajuste da remuneração das horas extra e a admissão de trabalhadores.
A greve está a corresponder às expectativas na região.
“À excepção de Macedo de Cavaleiros, onde esperávamos um pouco mais. Mas em Chaves, não superou as nossas expectativas, não poderia ser melhor. Assim como em Bragança.
A greve começou às 20h, hora da primeira mudança do turno da noite. Fez-se sentir mais pela manhã, às 8h, com a nova mudança de turnos.”
Os primeiros números da paralisação dos trabalhadores da saúde, referentes aos turnos da noite e ao primeiro do dia de hoje.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Público (SINTAP) mostrou apoio a esta greve, e convocou mais um dia. Para amanhã o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses tem um pré-aviso de greve. O que significa que os profissionais de saúde podem optar por aderir aos dois dias deparalisação.
Escrito por ONDA LIVRE

