Greve dos guardas prisionais adia julgamento de homem que matou companheira à machadada

A greve dos guardas prisionais obrigou hoje ao adiamento do julgamento do caso do homem suspeito de ter matado com uma machada a companheira dentro da habitação na Araucária em Vila Real.

Os guardas prisionais iniciaram hoje um novo período de greve,  para exigir a aplicação do estatuto profissional que entrou em vigor há mais de um ano.

Por causa  da greve o arguido, em prisão preventiva, não foi levado ao Tribunal de Vila Real, que reagendou o início do julgamento para o dia 30 de abril.

Recorde-se que Rui Borges, de 43 anos, é acusado pelo Ministério Público de um homicídio qualificado e três de violência doméstica. O crime ocorreu em julho do ano passado  quando o homem alegadamente pegou num machado e desferiu vários golpes na cabeça da vítima, de 33 anos, e com vivia já há alguns anos.

Informação CIR (Universidade FM)